Entidades da sociedade civil são eleitas para o Conselho Estadual de Direitos Humanos de Santa Catarina

Entidades da sociedade civil são eleitas para o Conselho Estadual de Direitos Humanos de Santa Catarina

O Conselho Estadual de Direitos Humanos de Santa Catarina (CEDH/SC) contará, em seu próximo mandato, com a participação da Associação Scalabrini a Serviço dos Migrantes e da Pastoral do Povo de Rua, entidade ligada à Ação Social Arquidiocesana (ASA). A eleição das organizações da sociedade civil foi realizada na segunda-feira (26/6) e definiu as instituições que terão assento nesse importante espaço de diálogo e formulação de políticas públicas voltadas à defesa e à promoção dos direitos humanos no estado.

Para a Associação Scalabrini, a eleição marca mais um passo na missão de defesa da dignidade humana, especialmente de pessoas migrantes, refugiadas e em situação de vulnerabilidade. A entidade destaca que integrar o CEDH/SC é uma oportunidade de ampliar sua atuação, levando para o debate institucional as demandas e experiências de grupos que muitas vezes permanecem invisíveis na sociedade. A Associação reafirma o compromisso de contribuir ativamente na construção de políticas públicas pautadas na justiça social, na equidade e no respeito à diversidade, fortalecendo a democracia participativa e a escuta qualificada da sociedade civil.

A Pastoral do Povo de Rua também celebra a eleição e projeta os próximos passos no Conselho. Segundo a coordenadora da entidade, Ivone Perassa, a escolha das organizações ocorreu de forma tranquila e com boa aceitação por parte dos participantes. “Agora devem acontecer as reuniões para composição da mesa diretora e das comissões. A expectativa é que a Pastoral e a ASA sigam contribuindo na comissão responsável por políticas públicas para a população de rua, onde já atuam”, afirmou. Ivone ressaltou ainda a importância da articulação permanente entre representantes da sociedade civil e do Estado, já que o conselho possui composição paritária. “É essencial manter o diálogo para que possamos avançar em encaminhamentos e na aprovação de propostas em defesa dos direitos humanos”, completou.