No dia 26 de julho, celebramos o dia de Sant’Ana e São Joaquim, avós maternos de Jesus. Essa é
uma data propícia para lembrar de nossos avós, mas também para destacar a importância dos idosos e o lugar que eles ocupam em nossa vida e na sociedade.
O Papa Francisco alerta que “não nos damos conta de que isolar os idosos e abandoná-los à responsabilidade de outros sem um acompanhamento familiar adequado e amoroso mutila e
empobrece a própria família. Além disso, acaba por privar os jovens daquele contato que lhes é necessário com as suas raízes e com uma sabedoria que a juventude, sozinha, não pode alcançar” (Fratelli Tutti, 19).
No Brasil, a população com mais de 60 anos está aumentando significativamente. Em 2012 era 11,3% da população, e em 2022 subiu para 15,1%. Por outro lado, a população abaixo dos 30 anos diminuiu de 49,9% em 2021, para 43,3% em 2022.
É função de todas as pessoas a atenção aos idosos, incluindo o poder público, que deve disponibilizar políticas públicas que proporcionem uma vida com dignidade nesta fase da vida. O Estatuto da Pessoa Idosa, que está completando 20 anos de aprovação, foi um importante passo dado no Brasil para estabelecer os direitos necessários para preservar a dignidade das pessoas idosas.
Na Arquidiocese, temos grupos de idosos na maior parte das paróquias, que proporcionam integração e qualidade de vida aos idosos. Também temos o belíssimo trabalho da Pastoral da Pessoa Idosa que realiza, através de seus voluntários, visitas e acompanhamento aos idosos que não conseguem mais
sair de casa para participar da comunidade e dos grupos de idosos.





